PRÉMIO FIGUEIRA QUIMÉRICA 2006

Reunido o júri de grande gabarito e após consideração de vários leitores deste blog (a título particular), eis que está eleito o vencedor do Prémio Figueira Quimérica 2006, atribuído pela primeira vez, em rigoroso exclusivo deste blog, como forma de laurear o melhor desempenho jornalistico da cidade da Figueira da Foz.
O premiado…
- Pela sua estrambótica prestação profissional,
- Pelos seus comentários sempre… prolixo,
- Pela sua desmedida dedicação à blasfémia,
- Pela sua árida humildade,
- Pela maior demonstração de iliteracia às artes e não só…
- Pela demonstração e uso dos seus predicados, que são o superlativo da ignorância no seu maior esplendor…
atribui-se o Prémio Figueira Quimérica 2006, com nomeação Prémio Nenuco Hematoma a José Luís Sousa, jornalista encartado, notável da faina ignomínica figueirense.
O Júri Augura-lhe pois, os maiores êxitos pessoais e profissionais.
Nota: Informa-se o Sr. José Luís Sousa, que poderá quando achar conveniente levantar o seu prémio, nas instalações do “À beira do Blog”
Acho que já era altura de ser criado este tão aclamado prémio…muitos parabéns ao vencedor, de certo foi uma decisão difícil do júri…ou nao…parabéns Chuva Vasco
fartei-me de rir com isto. Nenuco Hematoma encaixa na perfeição ao Sr. que se autodenomina Rei do jornalismo.
Parabéns ao júri.
Fora com esse palhaço
Esqueceste de dizer que o prémio é “ad aeternum”.
De mim para vós
Luís Santos
tá lindo isto tá bem bolado que o gajo na se aguenta com tanto cabelo.
Um prémio bem merecido. Há que tempos que não ria tanto como hoje. Parabéns pelo texto.
Caro Luís Santos,
não sei se é “ad aeternum”, todos têm o direito, diria antes, o dever de se redimir dos seus erros.
Obrigado
venho convidar-te para a apresentação do meu livro no chão das palavras na livraria xm no quebra costas dia 16 ás 18 horas. O livro é publicado pela quasi e é poesia ilustrada. abraço
“Se a crítica está errada ou mal-intencionada, ergue-te acima dela. Manten-te elevado quando estiveres sob ataque. Nenhuma vitória vale a pena à custa de se pegar a lama que foi atirada em ti e atirá-la de volta.”
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